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assíncrono

Carga Horária
2h15

Investimento
R$ 99,90

Certificado de horas

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WORKSHOP

AYAHUASCA E IBOGAÍNA
USO MÉDICO E PESQUISA NO BRASIL:
SUAS INDICAÇÕES E SEUS RISCOS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CORPO DOCENTE

OBJETIVOS DO CURSO

PÚBLICO ALVO

1.1 ABERTURA - Cenário atual: Psicodélicos e Sociedade
Dr. André Malbergier
 

1.2 Ibogaína na reabilitação de usuários de cocaína no Brasil   
Dr. Bruno Rasmussen
 

1.3 Uso terapêutico de psicodélicos - Evidências dos mecanismos biológicos e psicológicos 
Professor Dr. Rafael Guimarães


1.4 Ensaios Clínicos de Ayahuasca para transtornos mentais no Brasil     
Professor Dr. Luis Fernando Tófoli


 
Serão disponibilizados 4 vídeos referentes à gravação do workshop que ocorreu em 03/09/2020, durante o período de sete dias corridos, contados a partir da confirmação de pagamento, dentro da plataforma EAD do GREA.

Para maiores informações entre em contato através do contato@grea.org.br

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Dr. André Malbergier

Médico psiquiatra, mestrado em Saúde Pública pela University of Illinois at Chicago, Doutorado em Pesquisa pela USP e Professor Colaborador Médico do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.
Atua principalmente nos temas: Aids, HIV, dependência química e tabagismo.

Dr. Rafael Guimarães 

Possui graduação em Biologia pelo Centro Universitário de Brasília (2005), mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (2006) e doutorado em Farmacologia pela Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha (2012). Realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Neurologia e Neurociências do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (FMRP-USP) pesquisando os efeitos da ayahuasca em voluntários saudáveis em em população clínica (depressão, ansiedade social) (2013-2018).
Atualmente realiza pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP-USP pesquisando os efeitos da ayahuasca no processamento emocional e no sistema endocanabinóide e os efeitos da ibogaína em pacientes alcoólatras. Desenvolve atividades de pesquisa junto ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – Medicina Translacional (CNPq) desde 2014, pesquisado o potencial uso terapêutico da ayahuasca e do canabidiol (CBD) em transtornos neuro-psiquiátricos.
É orientador de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP-USP..

Dr. Bruno Rasmussen

Médico, formado e especializado em Clínica Médica e Gastroenterologia, pela Escola Paulista de Medicina, e trabalha com ibogaína há mais de 25 anos. Já acompanhou mais de dois mil tratamentos com esta substância e tem a firme intenção de ajudar com seu trabalho a regulamentar totalmente os tratamentos com ibogaína no Brasil. É co-fundador e ex-diretor da GITA, a Global Ibogaine Therapists Alliance e um dos autores do artigo “Treating drug dependence with the aid of ibogaine: a retrospective study”, publicado em 2014. Seu trabalho influenciou a regulamentação do uso hospitalar deste medicamento pelo CONED do Estado de São Paulo. Atualmente está envolvido com um novo protocolo clínico sobre os efeitos a longo prazo da ibogaína na dependência de crack e cocaína, incluindo estudos sobre seus riscos cardíacos e com outras pesquisas na área da medicina psicodélica, como o tratamento de TEPT com MDMA, assunto sobre o qual publicou recentemente pesquisa no Brazilian Journal of Psychiatry.
Atua principalmente nos temas: Aids, HIV, dependência química e tabagismo.

Dr. André B. Negrão*

Médico, terminou a residência em psiquiatria em 1994 pelo Instituto de Psiquiatria da FMUSP. Foi pesquisador clínico associado do Clinical Neurondocrinology Branch, do Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH, NIH) em Bethesda (1995 a 2000) onde coordenou como investigador principal projetos de pesquisa clínica em transtornos do humor. Publicou 34 artigos em periódicos especializados, 27 trabalhos em anais de eventos e 9 capítulos de livro. Dentre os projetos mais relevantes no NIMH estão a pesquisa da regulação hormonal do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal na depressão melancólica e atípica e a utilização de estressores naturais (teste da esteira) para eliciar respostas neuroendócrinas em indivíduos normais e pacientes com transtornos psiquiátricos. Doutor em Ciências, área de Psiquiatria, pela Faculdade de Medicina da USP em 2012 com o tema marcadores genéticos e a dependência ao crack/cocaína.

Atualmente, é pesquisador colaborador no Laboratório de Genética e Cardiologia Molecular do InCor-HC com ênfase em marcadores genéticos e influência ambiental em traços neuropsiquiátricos na população geral. Médico assistente do Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (GREA),Instituto e Departamento de Psiquiatria,Hospital das Clínicas da FMUSP onde exerce as funções de supervisor de residentes médicos e da coordenação do ambulatório noturno de álcool e drogas (ANCAD). 

Dr. Marcelo Ribeiro Araújo* 

Possui graduação em Medicina (1995) e Residência em Psiquiatria (1998) pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa | SP; Especialista em Dependência Química - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas - UNIAD | UNIFESP (1999); Mestrado (2001) e Doutorado (2005) em Ciências pelo Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP | Professor Afiliado do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP | Membro do Programa de Pós-graduação do Departamento de Psiquiatria | UNIFESP | Docente do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho | UNINOVE | Diretor Técnico II do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas - CRATOD, da Secretária de Estado da Saúde de São Paulo - SES | Presidente do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas do Estado de São Paulo - CONED (2019-2021) |

Linha de pesquisa: história natural do consumo de substâncias psicoativas, com ênfase em estudos de follow-up com usuários de crack.

Dr. Luis Fernando Tófoli

Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1996), residência médica em Psiquiatria (2000) pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Universidade de São Paulo e doutorado em Medicina (Psiquiatria) pela Universidade de São Paulo (2004). Atualmente é professor-doutor (referência MS-3 em Regime de Dedicação Integral à Docência e Pesquisa) do Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É co-fundador do Laboratório de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (LEIPSI) e membro permanente dos Programas de Pós-Graduação em Ciências Médicas (Concentração em Saúde Mental) e em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Foi docente no Curso de Medicina Universidade Federal do Ceará (UFC, Campus Sobral) de 2002 a 2013. Tem experiência nas áreas de Saúde Mental e Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas públicas de drogas e saúde mental, ayahuasca e saúde mental em atenção primária.

** O debate da mesa redonda, onde os decentes responderam perguntas dos ouvintes, não estão inclusas nesta modalidade. Consequentemente, as falas de Dr. André Negrão e Dr. Marcelo R. Araújo estão indisponíveis.

Substâncias como Ayahuasca e Ibogaína tem sido usada em vários contextos nos últimos anos no Brasil, em particular, como alternativas medicamentosas no tratamento de transtornos psiquiátricos. Serão apresentados os resultados e diretrizes dos usos destas substâncias, no tratamento do transtorno do humor e dependências químicas. Reuniremos profissionais especialistas na área para um debate de alto nível científico sobre o tema junto ao público, enfatizando as limitações, riscos e futuros aprimoramentos do uso de psicodélicos em psiquiatria.

  • Profissionais da Saúde

  • Funcionários HC e Prefeitura

  • Estudantes da área da saúde